OLHAR URBANO
OPERAÇÃO MÃOS LIMPAS
O RETORNO AO AMAPÁ
PEDRO PAULO CHORA!
Em entrevista a servidores e assessores do atual governo do Amapá, o Governador Pedro Paulo Dias de Carvalho, preso na operação da Policia Federal, denominada de Mãos Limpas, em um momento de emoção, mas, que para muitos amapaenses, NÃO CONVENCEU, exaltava o nome de DEUS em inúmeras interrogações, e veio às lagrimas, procurando um CULPADO para seus atos.
“Por que, meu Deus¿” Por que, se questionava do seu sofrimento.....
Muito bla, bla, bla....
Um choro que NÃO CONVENCEU.
Como gestor publico deve saber e ter orientação técnica que o dinheiro PUBLICO tem fiscalização, auditoria, DIRECIONAMENTO. E uma Lei que coloca gestores na CADEIA denominada de Lei de responsabilidade fiscal.
Sua prisão não foi por acaso.
A quem interessava¿
A TODOS que representa por gerir recursos do Amapá.
A Policia Federal, não CRIOU UMA SITUAÇÃO.
Já existia investigação há mais de 02 anos.
Não são indícios.
São PROVAS, cabais, testemunhais e periciais.
A quem o governador quer ENGANAR¿
Já que enganava até sua família, segundo matéria jornalística que atribuiu a ele uma amante.
Muitos amapaenses foram as ruas pedir seu afastamento
Faltam-lhe neste momento todas as condições para continuar a ser o governador.
Com a PALAVRA o STJ que detem a responsabilidade do inquérito.
sábado, 18 de setembro de 2010
AMAPÁ
OLHAR URBANO
OPERAÇÃO MÃOS LIMPAS NO AMAPÁ,
Desvenda, infidelidades conjugais do atual governador, CRIMES e um dossiê que serviria para chantagear a AMANTE de Pedro Paulo.
Infidelidade e traição....
Um enredo de fazer inveja a qualquer diretor do primeiro mundo.
No Amapá, o atual governador, alem de manter uma família, ainda tinha tempo para uma AMANTE, jovem e DESCUIDADA, segundo a Policia Federal.
“Amante do governador foi peça chave para chegar aos envolvidos”
Bruno Paes Manso – O Estado de S.Paulo
Por ser governador de Estado, ter sido vice e secretário estadual da Saúde nos últimos oito anos de governo, Pedro Paulo Dias (PP) tinha foro privilegiado, o que dificultava o acesso a seus segredos. Apesar das suspeitas, Pedro Paulo não podia ter o telefone grampeado. Mas havia a jovem Lívia Bruna Gato de Melo, pouco mais de 20 anos, amante do governador e servidora da Secretaria de Estado da Saúde. Foi quando a Polícia Federal percebeu que tinha nas mãos um grande trunfo.
Desde o ano passado, com autorização da Justiça, o telefone dela passou a ser monitorado pela PF em conversas que orientaram investigações, ajudaram a compreender quem é quem no esquema e a confirmar suspeitas sobre crimes que vinham sendo cometidos pelo grupo contra o Estado. Além de a amante ter papel importante no pagamento das supostas propinas, o telefone de Lívia era usado pelo governador, casado e pai de dois filhos, para falar sobre eventuais negociatas.
Pelas interceptações, foi possível saber que a Secretaria da Saúde estava sem dinheiro para pagamentos de contratos, compra de material e até para o salário dos servidores. Foi também pelo telefone de Lívia que o núcleo de inteligência da PF descobriu que, apesar da falta de verba na pasta, o casal fazia viagens de lazer a Belém com dinheiro da secretaria. Nas conversas, os dois combinam ir à Praia de Salinas dizendo que iam tratar de assuntos em São Paulo.
Passagem. Em outro diálogo, quem pede à moça passagem para Cuiabá (MT) é o irmão do governador, o ex-deputado estadual Benedito Dias, indiciado em 2007 pela PF na Operação Sanguessuga. Uma mão lavava a outra. O irmão do governador não deixava de retribuir os favores da amante do governador. Mesmo que fosse à base dos bons conselhos. Em uma escuta, em conversa com a colega de pasta, Gracinete, Lívia conta que Benedito Dias sugeriu a ela que saísse do Amapá. O motivo era um dossiê que vinha sendo preparado pela mulher de Pedro Paulo (que ela apelidou de Barbie) e que seria entregue aos adversários políticos se o caso extraconjugal prosperasse.
A amante pondera com a colega que Benedito garantiu a ela que ficasse tranquila porque o salário de servidora da Saúde continuaria pingando na conta mensalmente. Para arrematar a conversa, as duas confidentes ainda comentam sobre um contrato irregular na Secretaria da Saúde de mais de R$ 1 milhão.
Descuidada, ela acabou orientando os policiais a prestarem atenção em outro suspeito, assessor informal do governador, responsável por fazer os pagamentos nos bancos pela Saúde. “Cadê o doutor?”, pergunta o funcionário a Lívia. “Ele está doido atrás de ti. Tem um depósito de R$ 20 mil para fazer agora”, ela responde. O funcionário percebe que era perigoso dar continuidade à conversa.
“Tá ficando doida?”, ele pergunta. “Desculpa”, ela fala e depois cai no riso.
As conversas também permitiram testemunhar um governador em plena fase de enriquecimento. O casal conversava sobre os novos investimentos do político. Pedro Paulo diz ao telefone que se atrasou porque teve que ir à sua fazenda no Oiapoque. O governador lamenta que a criação de búfalos não estava se adaptando ao sal que ele vinha usando.
OPERAÇÃO MÃOS LIMPAS NO AMAPÁ,
Desvenda, infidelidades conjugais do atual governador, CRIMES e um dossiê que serviria para chantagear a AMANTE de Pedro Paulo.
Infidelidade e traição....
Um enredo de fazer inveja a qualquer diretor do primeiro mundo.
No Amapá, o atual governador, alem de manter uma família, ainda tinha tempo para uma AMANTE, jovem e DESCUIDADA, segundo a Policia Federal.
“Amante do governador foi peça chave para chegar aos envolvidos”
Bruno Paes Manso – O Estado de S.Paulo
Por ser governador de Estado, ter sido vice e secretário estadual da Saúde nos últimos oito anos de governo, Pedro Paulo Dias (PP) tinha foro privilegiado, o que dificultava o acesso a seus segredos. Apesar das suspeitas, Pedro Paulo não podia ter o telefone grampeado. Mas havia a jovem Lívia Bruna Gato de Melo, pouco mais de 20 anos, amante do governador e servidora da Secretaria de Estado da Saúde. Foi quando a Polícia Federal percebeu que tinha nas mãos um grande trunfo.
Desde o ano passado, com autorização da Justiça, o telefone dela passou a ser monitorado pela PF em conversas que orientaram investigações, ajudaram a compreender quem é quem no esquema e a confirmar suspeitas sobre crimes que vinham sendo cometidos pelo grupo contra o Estado. Além de a amante ter papel importante no pagamento das supostas propinas, o telefone de Lívia era usado pelo governador, casado e pai de dois filhos, para falar sobre eventuais negociatas.
Pelas interceptações, foi possível saber que a Secretaria da Saúde estava sem dinheiro para pagamentos de contratos, compra de material e até para o salário dos servidores. Foi também pelo telefone de Lívia que o núcleo de inteligência da PF descobriu que, apesar da falta de verba na pasta, o casal fazia viagens de lazer a Belém com dinheiro da secretaria. Nas conversas, os dois combinam ir à Praia de Salinas dizendo que iam tratar de assuntos em São Paulo.
Passagem. Em outro diálogo, quem pede à moça passagem para Cuiabá (MT) é o irmão do governador, o ex-deputado estadual Benedito Dias, indiciado em 2007 pela PF na Operação Sanguessuga. Uma mão lavava a outra. O irmão do governador não deixava de retribuir os favores da amante do governador. Mesmo que fosse à base dos bons conselhos. Em uma escuta, em conversa com a colega de pasta, Gracinete, Lívia conta que Benedito Dias sugeriu a ela que saísse do Amapá. O motivo era um dossiê que vinha sendo preparado pela mulher de Pedro Paulo (que ela apelidou de Barbie) e que seria entregue aos adversários políticos se o caso extraconjugal prosperasse.
A amante pondera com a colega que Benedito garantiu a ela que ficasse tranquila porque o salário de servidora da Saúde continuaria pingando na conta mensalmente. Para arrematar a conversa, as duas confidentes ainda comentam sobre um contrato irregular na Secretaria da Saúde de mais de R$ 1 milhão.
Descuidada, ela acabou orientando os policiais a prestarem atenção em outro suspeito, assessor informal do governador, responsável por fazer os pagamentos nos bancos pela Saúde. “Cadê o doutor?”, pergunta o funcionário a Lívia. “Ele está doido atrás de ti. Tem um depósito de R$ 20 mil para fazer agora”, ela responde. O funcionário percebe que era perigoso dar continuidade à conversa.
“Tá ficando doida?”, ele pergunta. “Desculpa”, ela fala e depois cai no riso.
As conversas também permitiram testemunhar um governador em plena fase de enriquecimento. O casal conversava sobre os novos investimentos do político. Pedro Paulo diz ao telefone que se atrasou porque teve que ir à sua fazenda no Oiapoque. O governador lamenta que a criação de búfalos não estava se adaptando ao sal que ele vinha usando.
MILHOMEN
OLHAR URBANO
Operação Mãos limpas REVELA participação de Deputado Federal MILHOMEM no esquema.
Segundo matéria jornalística da Redação Terra datada do dia 17 de setembro, após depoimentos de testemunhas do caso Mãos Limpas, o Deputado Federal Evandro Milhomem também fazia parte do esquema.
“Depoimentos de uma testemunha da Operação Mãos Limpas, da Polícia Federal (PF), indicam que o ex-governador do Amapá Waldez Góes (PDT), candidato ao Senado, recebia uma propina de R$ 500 mil por mês para manter um contrato de fornecimento de alimentos aos presos do Estado. A afirmação é do assessor jurídico da Secretaria da Segurança Pública do Amapá Luiz Mário Araújo de Lima, que cooperou com a PF entre novembro de 2009 e maio deste ano. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Ao todo, 18 pessoas foram presas na Operação Mãos Limpas, no último dia 1º, acusadas de envolvimento em um esquema de desvios de recursos públicos no Amapá. Entre os presos está o atual governador, Pedro Paulo Dias (PP). Segundo Lima, a fraude no Instituto de Administração Penitenciária do Estado (Iapen) era "orquestrada" por Góes, sua mulher, Marília, pelo deputado federal Evandro Milhomen (PCdoB) e por Francisco Odilon Filho, empresário e dono da Mecon, que fornece as refeições para os presos. Em novembro, Lima disse que "teve conhecimento de fraude" e que os recursos "desviados do contrato seriam direcionados a Góes", que "receberia em torno de R$ 500 mil mensais". O assessor pediu para ser beneficiado pela delação premiada e ter sua pena amenizada, em troca de colaboração com as investigações.”
Operação Mãos limpas REVELA participação de Deputado Federal MILHOMEM no esquema.
Segundo matéria jornalística da Redação Terra datada do dia 17 de setembro, após depoimentos de testemunhas do caso Mãos Limpas, o Deputado Federal Evandro Milhomem também fazia parte do esquema.
“Depoimentos de uma testemunha da Operação Mãos Limpas, da Polícia Federal (PF), indicam que o ex-governador do Amapá Waldez Góes (PDT), candidato ao Senado, recebia uma propina de R$ 500 mil por mês para manter um contrato de fornecimento de alimentos aos presos do Estado. A afirmação é do assessor jurídico da Secretaria da Segurança Pública do Amapá Luiz Mário Araújo de Lima, que cooperou com a PF entre novembro de 2009 e maio deste ano. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Ao todo, 18 pessoas foram presas na Operação Mãos Limpas, no último dia 1º, acusadas de envolvimento em um esquema de desvios de recursos públicos no Amapá. Entre os presos está o atual governador, Pedro Paulo Dias (PP). Segundo Lima, a fraude no Instituto de Administração Penitenciária do Estado (Iapen) era "orquestrada" por Góes, sua mulher, Marília, pelo deputado federal Evandro Milhomen (PCdoB) e por Francisco Odilon Filho, empresário e dono da Mecon, que fornece as refeições para os presos. Em novembro, Lima disse que "teve conhecimento de fraude" e que os recursos "desviados do contrato seriam direcionados a Góes", que "receberia em torno de R$ 500 mil mensais". O assessor pediu para ser beneficiado pela delação premiada e ter sua pena amenizada, em troca de colaboração com as investigações.”
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
CIODES
OLHAR URBANO
CIODES
Recebo informação do sub comandante da Policia Militar do Amapá Coronel Carlos Souza, de que o CIODES (Centro de Defesa ) não é vinculado diretamente a Policia Militar, e sim, coordenado através da Secretaria de Segurança Publica do Estado.
A população desconhece que ao acionar via telefone o 190 para chamadas emergenciais este NÃO está vinculado diretamente a Policia Militar.
Está sob a responsabilidade da Secretaria de Segurança Publica do estado, envolvida em inúmeras denuncias de irregularidades e outros CRIMES, onde o seu gestor Maximo, se encontra PRESO em Brasília e o mais grave, com a prisão preventiva prorrogada para garantir o andamento das investigações.
INFELIZMENTE, a população precisa recorrer ao Ministério Publico, sendo este um guardião das ansiedades do POVO AMAPAENSE, para que através de recomendações possa orientar aos gestores da segurança amapaense este que é um dos mais importantes serviços PUBLICOS DO AMAPÁ.
Porem, a Policia Militar possui em seu seio, profissionais como o SUB CORONEL CARLOS SOUZA que merece elogios por sua atuação eficiente como Servidor Publico.
CIODES
Recebo informação do sub comandante da Policia Militar do Amapá Coronel Carlos Souza, de que o CIODES (Centro de Defesa ) não é vinculado diretamente a Policia Militar, e sim, coordenado através da Secretaria de Segurança Publica do Estado.
A população desconhece que ao acionar via telefone o 190 para chamadas emergenciais este NÃO está vinculado diretamente a Policia Militar.
Está sob a responsabilidade da Secretaria de Segurança Publica do estado, envolvida em inúmeras denuncias de irregularidades e outros CRIMES, onde o seu gestor Maximo, se encontra PRESO em Brasília e o mais grave, com a prisão preventiva prorrogada para garantir o andamento das investigações.
INFELIZMENTE, a população precisa recorrer ao Ministério Publico, sendo este um guardião das ansiedades do POVO AMAPAENSE, para que através de recomendações possa orientar aos gestores da segurança amapaense este que é um dos mais importantes serviços PUBLICOS DO AMAPÁ.
Porem, a Policia Militar possui em seu seio, profissionais como o SUB CORONEL CARLOS SOUZA que merece elogios por sua atuação eficiente como Servidor Publico.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
www.bethzhalouth.blogspot.com
OLHAR URBANO
Recebi com emoção este Poema de Bete
A ela todos os agradecimentos.
www.bethzhalouth.blogspot.com
Mulher:
fonte de todas as fontes,
que destila transcendência e mistério,
que desfila graça, que desafia na força
Mulher tecida de espírito do bem etéreo
Uniste a paz celestial à labuta real
Mulher dos mesmos direitos, dos mesmos deveres
e da felicidade igual
Mulher
poderosa, de tão conhecedora
Segura, de tão pressentida
Piedosa, de tão provedora
Menina-flor-fina. Ternura pura
(alma rara)
Barco que desliza em água calma
(e a lua clara)
Mulher
que fia e confia, que pinta e borda
lindos dias, leves, livres...
Mulher que em tempos de guerra
vem em missão de paz:
-em tuas mãos, a Nova Era!
Corações resplandescedores de amores...
Sois vós, as Marias de todos os nomes!
Recebi com emoção este Poema de Bete
A ela todos os agradecimentos.
www.bethzhalouth.blogspot.com
Mulher:
fonte de todas as fontes,
que destila transcendência e mistério,
que desfila graça, que desafia na força
Mulher tecida de espírito do bem etéreo
Uniste a paz celestial à labuta real
Mulher dos mesmos direitos, dos mesmos deveres
e da felicidade igual
Mulher
poderosa, de tão conhecedora
Segura, de tão pressentida
Piedosa, de tão provedora
Menina-flor-fina. Ternura pura
(alma rara)
Barco que desliza em água calma
(e a lua clara)
Mulher
que fia e confia, que pinta e borda
lindos dias, leves, livres...
Mulher que em tempos de guerra
vem em missão de paz:
-em tuas mãos, a Nova Era!
Corações resplandescedores de amores...
Sois vós, as Marias de todos os nomes!
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
PROVAS
OLHAR URBANO
Segundo Manoel Antonio Teixeira Filho, prova é resultado e não meio. Em não sendo assim, "ter-se-ia de admitir, inevitavelmente, por exemplo, que qualquer documento juntado aos autos constituiria, por si só, prova do fato a que se refere, ignorando-se, com isto, a apreciação judicial acerca desse meio de prova, apreciação que resultaria na revelação do resultado que tal meio produziu, conforme tenha eficácia para tanto. Ademais, se o meio é a prova, como sustentar-se essa afirmação diante de declarações conflitantes de duas testemunhas sobre o mesmo fato
Segundo Manoel Antonio Teixeira Filho, prova é resultado e não meio. Em não sendo assim, "ter-se-ia de admitir, inevitavelmente, por exemplo, que qualquer documento juntado aos autos constituiria, por si só, prova do fato a que se refere, ignorando-se, com isto, a apreciação judicial acerca desse meio de prova, apreciação que resultaria na revelação do resultado que tal meio produziu, conforme tenha eficácia para tanto. Ademais, se o meio é a prova, como sustentar-se essa afirmação diante de declarações conflitantes de duas testemunhas sobre o mesmo fato
domingo, 12 de setembro de 2010
O que o Brasil fala sobre o Amapá.
Vergonha Nacional.
Extraído do Zero Hora. E outros...
Mesmo presos, governador e ex-governador do Amapá podem continuar na disputa eleitoral
A candidatura poderia ser barrada apenas se eles tivessem sido condenados por um colegiado
A Operação Mãos Limpas, que prendeu 18 pessoas acusadas de desvio de recursos federais destinados ao Amapá, não impedirá a candidatura do governador Pedro Paulo Dias (PP), que disputa a reeleição, nem do ex-governador Waldez Góes (PDT), que tenta uma vaga no Senado.
Segundo a assessoria do desembargador Douglas Evangelista Ramos, presidente do Tribunal de Justiça do Estado, que assumiu o governo interinamente, os dois podem continuar a campanha e seguir com o horário eleitoral. A propaganda de rádio e TV continua sendo transmitida normalmente.
De acordo com a assessoria do governador interino, a Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de políticos envolvidos em irregularidades, só pode ser aplicada se houver uma condenação de órgão colegiado antes das eleições. Se eles forem eleitos, a posse pode ser barrada se a condenação ocorrer até três dias depois da diplomação.
No caso da Operação Mãos Limpas, as prisões, buscas e apreensões não foram resultado de decisão colegiada. Quem expediu os mandatos foi o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) João Otávio Noronha, a quem compete analisar o pedido de revogação da prisão temporária, que não tinha sido enviado à Corte até o início da tarde de hoje (12).
Como as prisões são temporárias e vão até terça-feira (14), tanto Pedro Paulo Dias como Waldez Góes podem voltar a fazer campanha e participar os programas eleitorais assim que forem liberados. No período em que permanecerem detidos, eles podem continuar a aparecer em imagens gravadas.
Os candidatos, no entanto, têm situação diferente em relação aos políticos já condenados por órgãos colegiados que têm recorrido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Nesse caso, as defesas dos políticos alegam que as condenações ocorreram antes de a Lei da Ficha Limpa entrar em vigor. Em relação ao governador e ao ex-governador do Amapá, uma condenação por tribunal colegiado seria suficiente para impugnar a candidatura porque ocorreria após a sanção da lei.
AGENCIA BRASIL
Redação CORREIO
Entidades do estado do Amapá começam neste domingo (12) a convocar os cidadãos da capital Macapá para um ato político contra o governador Pedro Paulo Dias (PP), preso na sexta-feira (10). Ele foi detido dentro da Operação Mãos Limpas da Polícia Federal junto com mais 17 pessoas. A autorização para as prisões foram do Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde corre um inquérito sobre corrupção no estado.
A manifestação contra o governador está marcada para a próxima quarta (15). Coordenador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e também integrante do comitê Eleições Limpas no estado, Edinaldo Batista disse que o ato será de “repúdio ao possível retorno de Pedro Paulo ao cargo e de apoio à Operação Mãos Limpas”.
Na visão dele, o governador não tem condições políticas de voltar ao cargo ainda que seja solto. “É inadmissível se falar na volta desta pessoa que não goza mais de credibilidade para retornar ao governo do estado. Ele era vice e foi secretário, então claro que ele tem responsabilidade mesmo tendo assumido o cargo de governador há pouco tempo”.
Batista também criticou o presidente do Tribunal de Justiça e governador em exercício, Dôglas Evangelista Ramos, que em entrevista defendeu a volta de Pedro Paulo Dias ao poder. “Essa declaração dele foi muito infeliz. Esperávamos que o poder judiciário pudesse ajudar o estado neste momento, mas essa posição dele nos decepciona”, disse Dôglas, de acordo com o G1.
Segundo o coordenador do MCCE, alguns dos organizadores da manifestação participarão nesta segunda-feira (12) do desfile cívico em comemoração à criação do território do Amapá e farão panfletagem chamando a população para participar do ato do dia 15. A manifestação deverá acontecer no chamado eixo administrativo da cidade, rua em que estão localizadas as principais sedes dos órgãos administrativos do estado e do município. O encerramento será em frente ao Palácio do Setentrião, sede do governo estadual.
De acordo com Batista, o ato está sendo organizado pelo comitê Eleições Limpas junto com centros acadêmicos da universidade federal do estado, grêmios estudantis, sindicatos de servidores públicos da Saúde e do Ministério Público da União e pastorais ligadas à Igreja Católica.
Até agora somente manifestações a favor do governador preso foram realizadas em Macapá. A maior delas, na noite deste sábado (11), reuniu centenas de pessoas em frente a Fortaleza de São Jorge, principal ponto turístico da cidade. Neste evento o candidato a vice do governador preso, Alfredo Góes (PDT), defendeu o colega e afirmou que a chapa deles é “ficha limpa”.
Inclui em algum lugar que Batista diz não ter filiação partidária e que o ato que está sendo organizado não tem vinculação com nenhum candidato. "Uma grande preocupação nossa é é que não se confunda essa manifestação com apoio a qualquer um dos demais candidatos. Alguns estão querendo pegar carona, mas nós não aceitamos".
Propina seria usada em eleição no Amapá, diz MP
12 de setembro de 2010 | 8h 51
AE - Agência Estado
As investigações da Operação Mãos Limpas encontraram fortes indícios de que o loteamento do governo por parentes do ex-governador Waldez Góes (PDT) e do governador Pedro Paulo Dias (PP) garantia a perpetuação do esquema de desvio de recursos públicos descoberto pela Polícia Federal. Além disso, o dinheiro desviado e as propinas cobradas de empresários serviriam, segundo o Ministério Público, para financiar a campanha de reeleição de Pedro Paulo Dias.
Todos os indícios constam de documento do Ministério Público obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo, que embasa os pedidos de prisão temporária de 18 pessoas, incluindo o atual e o ex-governador, e de busca e apreensão cumpridos pela PF. "Essa ?montagem? da cúpula administrativa do Amapá por meio de vínculos familiares é sintomática do propósito de assegurar a estabilidade da atividade criminosa, e, consequentemente, da existência de uma quadrilha no âmbito da administração daquele estado. É inusitado e contraria súmula do STF que um governador tenha esposa e dois irmãos como secretários de Estado", argumenta o MP, referindo-se ao atual governador.
Os documentos e interceptações telefônicas mostraram que Pedro Paulo Dias estaria negociando, com representante de um grupo empresarial da Indonésia, o repasse de R$ 30 milhões para sua campanha eleitoral. A prática, conclui o MP, além de crime eleitoral, caracterizaria a prática de corrupção e peculato.
A PF usou durante as investigações dois agentes infiltrados que colheram provas de corrupção consideradas "inquestionáveis". Em uma filmagem secreta, a PF gravou um funcionário do governo pegando a porcentagem dele na propina e indo tranquilamente depositar o dinheiro na conta particular de um banco.
A investigação foi deflagrada em agosto de 2009, mas os 18 mandados de prisão, 87 mandados de condução coercitiva e 94 mandados de busca e apreensão foram todos executados anteontem no Amapá, Paraíba e São Paulo. Todos os presos - além dos governadores, secretários, assessores especiais e servidores públicos de carreira - foram levados ontem para Brasília e encarcerados na Superintendência da PF e no Presídio da Papuda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Tópicos: PF, Mãos Limpas, Amapá, Nacional, Política
2 Luiz Carlos Fernandes Dias Fernadnes Dias
12 de setembro de 2010 | 18h 19Denunciar este comentário
Em virtude de o Presidente de todos os brasileiros estar 100% ocupado com a campanha da sua marionete e o STF- Guardião da Cosntituição, estar agora, com a maioria indicada pelo Governo do "REI" o MPF não pode esquecer que lá em Rondonia, no Acre e em Roraima, o JN no AR, detectou uma barbárie com respeito à Saúde, Educação e Saneamento que os "Governos" daqueles Estados colocam á disposição daquele Povo mais que pobre e abandonado.
É muito bom lembrar que estes Estados são representados no Congresso Nacional por 3 Senadores em cada um e a maioria são da base aliada do "REI". VAMOS FAZER UMA VERIFICAÇÃO POR QUE É INACREDITÁVEL AQUELES CIDADÃOS VIVEREM NA MISÉRIA, QUANDO O GOVERNO DIZ TER LIBERADO BILHÕES DE REAIS PARA ESTES "GOVERNOS".
1 Ioneida cavalcanti da Cunha Cunha
12 de setembro de 2010 | 11h 03Denunciar este comentário
Mais um fenômeno interessante em Macapá .Quando fui na minha habitual banca de revista procurar jornais e revistas que falassem sobre a operação Mãos Limpas, que surpresa! NÃO HAVIA PRATICAMENTE NADA!!!
Pela teoria da "oposição", a militância dessas pessoas que finalmente foram pegas com a boca no pote de ouro que é uma licitação fraudada, resolvem a questão "de a imprensa nacional só enxergar o nosso problema", interceptando ainda no aeroporto de Belém (PA), toda sorte de comunicação impressa.
É praticamente impossível achar na cidade de Macapá desde sábado (11/09/2010) os Jornais O Liberal, A Folha de São Paulo ou mesmo a Revista Veja. Somos extremamente dependentes desses recursos para conseguir alguma informação e literalmente quebrar o abismo geográfico e político do resto do país. Nosso estado é tão atrasado que nem se quer de banda larga para internet dispomos, pois claro, seria necessário vontade política para isso.
Qual a vantagem de um governo corrupto informar o povo, não?
Mesmo a imprensa local divulga o fato de forma pífia, salvo raras exceções. Ps: Podem incluir o Estado do Amapá na tabela de preços de venda avulsas do jornal?
Vergonha Nacional.
Extraído do Zero Hora. E outros...
Mesmo presos, governador e ex-governador do Amapá podem continuar na disputa eleitoral
A candidatura poderia ser barrada apenas se eles tivessem sido condenados por um colegiado
A Operação Mãos Limpas, que prendeu 18 pessoas acusadas de desvio de recursos federais destinados ao Amapá, não impedirá a candidatura do governador Pedro Paulo Dias (PP), que disputa a reeleição, nem do ex-governador Waldez Góes (PDT), que tenta uma vaga no Senado.
Segundo a assessoria do desembargador Douglas Evangelista Ramos, presidente do Tribunal de Justiça do Estado, que assumiu o governo interinamente, os dois podem continuar a campanha e seguir com o horário eleitoral. A propaganda de rádio e TV continua sendo transmitida normalmente.
De acordo com a assessoria do governador interino, a Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de políticos envolvidos em irregularidades, só pode ser aplicada se houver uma condenação de órgão colegiado antes das eleições. Se eles forem eleitos, a posse pode ser barrada se a condenação ocorrer até três dias depois da diplomação.
No caso da Operação Mãos Limpas, as prisões, buscas e apreensões não foram resultado de decisão colegiada. Quem expediu os mandatos foi o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) João Otávio Noronha, a quem compete analisar o pedido de revogação da prisão temporária, que não tinha sido enviado à Corte até o início da tarde de hoje (12).
Como as prisões são temporárias e vão até terça-feira (14), tanto Pedro Paulo Dias como Waldez Góes podem voltar a fazer campanha e participar os programas eleitorais assim que forem liberados. No período em que permanecerem detidos, eles podem continuar a aparecer em imagens gravadas.
Os candidatos, no entanto, têm situação diferente em relação aos políticos já condenados por órgãos colegiados que têm recorrido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Nesse caso, as defesas dos políticos alegam que as condenações ocorreram antes de a Lei da Ficha Limpa entrar em vigor. Em relação ao governador e ao ex-governador do Amapá, uma condenação por tribunal colegiado seria suficiente para impugnar a candidatura porque ocorreria após a sanção da lei.
AGENCIA BRASIL
Redação CORREIO
Entidades do estado do Amapá começam neste domingo (12) a convocar os cidadãos da capital Macapá para um ato político contra o governador Pedro Paulo Dias (PP), preso na sexta-feira (10). Ele foi detido dentro da Operação Mãos Limpas da Polícia Federal junto com mais 17 pessoas. A autorização para as prisões foram do Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde corre um inquérito sobre corrupção no estado.
A manifestação contra o governador está marcada para a próxima quarta (15). Coordenador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e também integrante do comitê Eleições Limpas no estado, Edinaldo Batista disse que o ato será de “repúdio ao possível retorno de Pedro Paulo ao cargo e de apoio à Operação Mãos Limpas”.
Na visão dele, o governador não tem condições políticas de voltar ao cargo ainda que seja solto. “É inadmissível se falar na volta desta pessoa que não goza mais de credibilidade para retornar ao governo do estado. Ele era vice e foi secretário, então claro que ele tem responsabilidade mesmo tendo assumido o cargo de governador há pouco tempo”.
Batista também criticou o presidente do Tribunal de Justiça e governador em exercício, Dôglas Evangelista Ramos, que em entrevista defendeu a volta de Pedro Paulo Dias ao poder. “Essa declaração dele foi muito infeliz. Esperávamos que o poder judiciário pudesse ajudar o estado neste momento, mas essa posição dele nos decepciona”, disse Dôglas, de acordo com o G1.
Segundo o coordenador do MCCE, alguns dos organizadores da manifestação participarão nesta segunda-feira (12) do desfile cívico em comemoração à criação do território do Amapá e farão panfletagem chamando a população para participar do ato do dia 15. A manifestação deverá acontecer no chamado eixo administrativo da cidade, rua em que estão localizadas as principais sedes dos órgãos administrativos do estado e do município. O encerramento será em frente ao Palácio do Setentrião, sede do governo estadual.
De acordo com Batista, o ato está sendo organizado pelo comitê Eleições Limpas junto com centros acadêmicos da universidade federal do estado, grêmios estudantis, sindicatos de servidores públicos da Saúde e do Ministério Público da União e pastorais ligadas à Igreja Católica.
Até agora somente manifestações a favor do governador preso foram realizadas em Macapá. A maior delas, na noite deste sábado (11), reuniu centenas de pessoas em frente a Fortaleza de São Jorge, principal ponto turístico da cidade. Neste evento o candidato a vice do governador preso, Alfredo Góes (PDT), defendeu o colega e afirmou que a chapa deles é “ficha limpa”.
Inclui em algum lugar que Batista diz não ter filiação partidária e que o ato que está sendo organizado não tem vinculação com nenhum candidato. "Uma grande preocupação nossa é é que não se confunda essa manifestação com apoio a qualquer um dos demais candidatos. Alguns estão querendo pegar carona, mas nós não aceitamos".
Propina seria usada em eleição no Amapá, diz MP
12 de setembro de 2010 | 8h 51
AE - Agência Estado
As investigações da Operação Mãos Limpas encontraram fortes indícios de que o loteamento do governo por parentes do ex-governador Waldez Góes (PDT) e do governador Pedro Paulo Dias (PP) garantia a perpetuação do esquema de desvio de recursos públicos descoberto pela Polícia Federal. Além disso, o dinheiro desviado e as propinas cobradas de empresários serviriam, segundo o Ministério Público, para financiar a campanha de reeleição de Pedro Paulo Dias.
Todos os indícios constam de documento do Ministério Público obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo, que embasa os pedidos de prisão temporária de 18 pessoas, incluindo o atual e o ex-governador, e de busca e apreensão cumpridos pela PF. "Essa ?montagem? da cúpula administrativa do Amapá por meio de vínculos familiares é sintomática do propósito de assegurar a estabilidade da atividade criminosa, e, consequentemente, da existência de uma quadrilha no âmbito da administração daquele estado. É inusitado e contraria súmula do STF que um governador tenha esposa e dois irmãos como secretários de Estado", argumenta o MP, referindo-se ao atual governador.
Os documentos e interceptações telefônicas mostraram que Pedro Paulo Dias estaria negociando, com representante de um grupo empresarial da Indonésia, o repasse de R$ 30 milhões para sua campanha eleitoral. A prática, conclui o MP, além de crime eleitoral, caracterizaria a prática de corrupção e peculato.
A PF usou durante as investigações dois agentes infiltrados que colheram provas de corrupção consideradas "inquestionáveis". Em uma filmagem secreta, a PF gravou um funcionário do governo pegando a porcentagem dele na propina e indo tranquilamente depositar o dinheiro na conta particular de um banco.
A investigação foi deflagrada em agosto de 2009, mas os 18 mandados de prisão, 87 mandados de condução coercitiva e 94 mandados de busca e apreensão foram todos executados anteontem no Amapá, Paraíba e São Paulo. Todos os presos - além dos governadores, secretários, assessores especiais e servidores públicos de carreira - foram levados ontem para Brasília e encarcerados na Superintendência da PF e no Presídio da Papuda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Tópicos: PF, Mãos Limpas, Amapá, Nacional, Política
2 Luiz Carlos Fernandes Dias Fernadnes Dias
12 de setembro de 2010 | 18h 19Denunciar este comentário
Em virtude de o Presidente de todos os brasileiros estar 100% ocupado com a campanha da sua marionete e o STF- Guardião da Cosntituição, estar agora, com a maioria indicada pelo Governo do "REI" o MPF não pode esquecer que lá em Rondonia, no Acre e em Roraima, o JN no AR, detectou uma barbárie com respeito à Saúde, Educação e Saneamento que os "Governos" daqueles Estados colocam á disposição daquele Povo mais que pobre e abandonado.
É muito bom lembrar que estes Estados são representados no Congresso Nacional por 3 Senadores em cada um e a maioria são da base aliada do "REI". VAMOS FAZER UMA VERIFICAÇÃO POR QUE É INACREDITÁVEL AQUELES CIDADÃOS VIVEREM NA MISÉRIA, QUANDO O GOVERNO DIZ TER LIBERADO BILHÕES DE REAIS PARA ESTES "GOVERNOS".
1 Ioneida cavalcanti da Cunha Cunha
12 de setembro de 2010 | 11h 03Denunciar este comentário
Mais um fenômeno interessante em Macapá .Quando fui na minha habitual banca de revista procurar jornais e revistas que falassem sobre a operação Mãos Limpas, que surpresa! NÃO HAVIA PRATICAMENTE NADA!!!
Pela teoria da "oposição", a militância dessas pessoas que finalmente foram pegas com a boca no pote de ouro que é uma licitação fraudada, resolvem a questão "de a imprensa nacional só enxergar o nosso problema", interceptando ainda no aeroporto de Belém (PA), toda sorte de comunicação impressa.
É praticamente impossível achar na cidade de Macapá desde sábado (11/09/2010) os Jornais O Liberal, A Folha de São Paulo ou mesmo a Revista Veja. Somos extremamente dependentes desses recursos para conseguir alguma informação e literalmente quebrar o abismo geográfico e político do resto do país. Nosso estado é tão atrasado que nem se quer de banda larga para internet dispomos, pois claro, seria necessário vontade política para isso.
Qual a vantagem de um governo corrupto informar o povo, não?
Mesmo a imprensa local divulga o fato de forma pífia, salvo raras exceções. Ps: Podem incluir o Estado do Amapá na tabela de preços de venda avulsas do jornal?
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